PASSANDO PERNAMBUCO PARA TRÁS.

FURA-FILA E OUTRAS HISTÓRIAS.

CONHEÇA AQUI TODAS AS VEZES QUE O PSB DE JOÃO CAMPOS

PASSOU OS PERNAMBUCANOS PARA TRÁS.

A HISTÓRIA DO FURA-FILA

ficou bem conhecida em todo o Brasil, quando o prefeito nomeou como PCD um candidato que ficou na 64ª posição num concurso da Prefeitura do Recife.

É verdade que ele voltou atrás depois do escândalo, mas isso não é suficiente para esconder toda a trama.

A nomeação assinada por João Campos na antevéspera do Natal de 2025, envolveu o filho de um juiz que barrou uma investigação de corrupção na Prefeitura do Recife. Era como se João desse um presente para o magistrado.

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BARRIGA DE ALUGUEL,
FUGINDO DA PATERNIDADE.

O inquérito do Ministério Público (MPPE), chamado Barriga de Aluguel, apurava contratos de R$ 100 milhões da Prefeitura.
A operação foi retomada depois de uma nova decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco.

Mas a nova sentença durou pouco. O PSB de João Campos foi até Brasília pedir a intervenção do ministro Gilmar Mendes.

Para chegar até ele, o partido inseriu o processo numa ação antiga que tinha no STF sob relatoria do ministro (a ADPF 1017). Assim que chegou a suas mãos, Mendes determinou segredo de justiça e suspendeu a investigação.

Isso, no entanto, não impede a pergunta:
por que João Campos move mundos e fundos para derrubar a investigação?

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A EMERGÊNCIA COMO ATALHO,
GERALDO JÚLIO É O PROFESSOR

João Campos é jovem e ainda tem muito a aprender.
E o partido que ele preside tem muito a ensinar.
O PSB tem um longo histórico de problemas com a Polícia Federal.

Nem mesmo a maior crise sanitária em 100 anos impediu os integrantes do partido do ex-prefeito de tentar passar os pernambucanos para trás.

A legenda é alvo de oito operações relativas a compras emergenciais durante a pandemia da covid-19.


Operação Desumano, Operação Apneia, Operação Bal Masqué, Operação Antídoto. Todos inquéritos juntos envolvem contratos de mais de uma centena de milhões de reais.

Pessoas como o ex-prefeito Geraldo Júlio, o ex-secretário de Saúde Jailson Correia e assessores de segundo escalão são réus e respondem processos na Justiça. Alguns já foram condenados.

Os esquemas envolvem repasses a empresas fantasmas, fraudes em licitação em compras de materiais como respiradores clandestinos testados em porcos, máscaras, toucas e aventais.


Antes da pandemia, as irregularidades nos contratos da Prefeitura do Recife envolveram compra de merenda escolar e ressalvas apontadas pelo TCE nas obras do Ginásio do Geraldão e de prevenção de deslizamentos de encostas.

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A TRAGÉDIA DO GOVERNO
DE PAULO CÂMARA

Os anos de PSB no governo de Pernambuco também marcaram essa característica de aproveitar momentos de crise para criar oportunidades de passar os pernambucanos para trás.

Não poderia ser diferente no governo de Paulo Câmara, o pior governador da história de Pernambuco.

O governo do PSB foi investigado pela Polícia Federal na Operação Torrentes por compras viciadas na tragédia das chuvas de 2010. Sete pessoas foram condenadas por fraude.


Essa operação gerou uma das maiores vergonhas do governo do Estado, quando a Polícia Federal fez uma batida em pleno Palácio do Campo das Princesas.

Pessoas de confiança ligadas ao partido também foram denunciadas nas obras de requalificação da BR-101, no Grande Recife.

Até mesmo a compra de leite para quem mais precisa foi alvo de desvios que levaram alguns partidários para a cadeia.


Pessoas de confiança da família de João Campos, a exemplo do ex-secretário Renato Xavier Thiebault respondem como réus na Justiça.

Este ano, a Justiça Federal decretou a prisão preventiva de João Guilherme de Godoy, um dos principais operadores políticos do PSB em Pernambuco.

E mais uma vez o partido foi à Justiça para abafar o caso e tirar essa informação dos blogs locais.

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